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Investigação » Policiais militares detidos negam participação em chacina de São Paulo A Polícia Civil trabalha com a hipótese de que a série de homicídios, ocorrida em um período de cinco horas, seja uma vingança à morte de um PM

Correio Braziliense

Publicação: 31/01/2014 07:59 Atualização:

Depois de cinco policiais militares serem presos suspeitos de envolvimento na maior chacina da história de Campinas (SP), o secretário de Segurança Pública de São Paulo, Fernando Grella, afirmou ontem que as detenções temporárias, com duração de 30 dias, têm a função de aprofundar a investigação. Em entrevista coletiva, ele disse que não é possível “excluir a participação de outras pessoas” nos assassinatos ocorridos entre a noite do dia 12 e a madrugada do dia 13, quando 12 pessoas foram mortas.

A Polícia Civil trabalha com a hipótese de que a série de homicídios, ocorrida em um período de cinco horas, seja uma vingança à morte do policial Arides Luís dos Santos, assassinado em um posto de gasolina na mesma região dos crimes, poucas horas antes dos atentados. Os dois suspeitos pela morte do PM já foram detidos, entre eles, há um jovem de 17 anos. Os cinco policiais militares retidos na quarta-feira foram levados ao Presídio Romão Gomes, em São Paulo, na madrugada de ontem. Quatro deles são do 47º Batalhão de Campinas, mesma unidade onde trabalhava o policial morto pelos assaltantes. Os militares prestaram depoimento e negaram participação nos crimes.

Apesar das negativas, uma força-tarefa da Polícia Civil e do Ministério Público, montada para apurar o caso, tem elementos que colocam os suspeitos nos locais dos crimes. Todos estavam de folga naquela madrugada. Duas armas usadas nos assassinatos e uma moto foram encontradas durante as buscas nas casas dos militares.

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