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Rio de Janeiro » Justiça condena ex-diretores do Nucleos a pagar R$ 14 milhões de indenização

Agência Brasil

Publicação: 27/01/2014 18:14 Atualização:

Em decisão unânime, divulgada hoje (27), o Tribunal de Justiça do Estado do Rio condenou quatro ex-diretores do Instituto de Seguridade Social dos Funcionários do Setor Nuclear (Nucleos), Paulo Roberto Almeida Figueiredo, Abel Almeida, Fabianna Carneiro Carnaval e o espólio de Gildásio Amado Filho a indenizar o fundo de pensão em R$ 14.286.067.

A indenização ocorre  a título de danos materiais e morais, por prática de atos lesivos ao patrimônio dos beneficiários do instituto, de acordo com o relator da ação, desembargador Carlos Eduardo da Fonseca Passos.

Os quatro ex-profissionais do fundo de pensão foram responsabilizados por transações financeiras ilegais entre 2003 e 2005, envolvendo a compra de títulos públicos federais com ágio em relação ao preço praticado no mercado, o  que  acarretou prejuízos para o Nucleos.

A expectativa da atual diretoria do fundo de pensão é que os ex-dirigentes depositem o valor da indenização na entidade, logo após a notificação da sentença pelo Tribunal de Justiça. Os advogados dos ex-diretores do fundo de pensão não foram encontrados ou não responderam à Agência Brasil até o fechamento da matéria.

O Nucleos tem 4,63 mil participantes, entre funcionários na ativa e aposentados das empresas Eletronuclear, Indústrias Nucleares do Brasil, Nuclebrás Equipamentos Pesados, além dos funcionários do próprio fundo.Em decisão unânime, divulgada hoje (27), o Tribunal de Justiça do Estado do Rio condenou quatro ex-diretores do Instituto de Seguridade Social dos Funcionários do Setor Nuclear (Nucleos), Paulo Roberto Almeida Figueiredo, Abel Almeida, Fabianna Carneiro Carnaval e o espólio de Gildásio Amado Filho a indenizar o fundo de pensão em R$ 14.286.067.

A indenização ocorre  a título de danos materiais e morais, por prática de atos lesivos ao patrimônio dos beneficiários do instituto, de acordo com o relator da ação, desembargador Carlos Eduardo da Fonseca Passos.

Os quatro ex-profissionais do fundo de pensão foram responsabilizados por transações financeiras ilegais entre 2003 e 2005, envolvendo a compra de títulos públicos federais com ágio em relação ao preço praticado no mercado, o  que  acarretou prejuízos para o Nucleos.

A expectativa da atual diretoria do fundo de pensão é que os ex-dirigentes depositem o valor da indenização na entidade, logo após a notificação da sentença pelo Tribunal de Justiça. Os advogados dos ex-diretores do fundo de pensão não foram encontrados ou não responderam à Agência Brasil até o fechamento da matéria.

O Nucleos tem 4,63 mil participantes, entre funcionários na ativa e aposentados das empresas Eletronuclear, Indústrias Nucleares do Brasil, Nuclebrás Equipamentos Pesados, além dos funcionários do próprio fundo.

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