[an error occurred while processing this directive] Sabará tem quase 150 desalojados por causa da chuva; cerca de 30 imóveis são interditados | Brasil: Diario de Pernambuco
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BH » Sabará tem quase 150 desalojados por causa da chuva; cerca de 30 imóveis são interditados Dados da Defesa Civil da cidade revelam que mais de 30 mil pessoas vivem em áreas de risco no município

Estado de Minas

Publicação: 25/12/2013 15:04 Atualização: 25/12/2013 16:11

Moradores de prédios no Cruzeiro se recusam a voltar para casa por medo de desabamento. Asfalto cedeu e quase derrubou poste. Foto: Gladyston Rodrigues/EM/D.A Press
Moradores de prédios no Cruzeiro se recusam a voltar para casa por medo de desabamento. Asfalto cedeu e quase derrubou poste. Foto: Gladyston Rodrigues/EM/D.A Press
Já chega a quase 150 o número de pessoas desalojadas em decorrência da chuva em Sabará, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Segundo informações do coordenador da Defesa Civil na cidade, tenente Marcelo Oscar de Queiroz, o temporal que caiu sobre a região nesta quarta-feira agravou a situação na cidade e moradores de cerca de 30 casas já precisaram deixar seus imóveis, que foram interditados.
Nesta tarde, uma equipe formada por engenheiros, assistentes sociais e técnicos do órgão fazem uma vistoria em sete residências, que tiveram a estrutura abalada pela última tempestade e as famílias terão de ser encaminhadas para um abrigo. De acordo com o tenente, o risco de deslizamento de terra é grande e a decisão de remover os moradores “foi tomada para evitar mortes na cidade”.

A cidade vem enfrentando problemas desde o início do período chuvoso. Dados da Defesa Civil da cidade revelam que mais de 30 mil pessoas vivem em áreas de risco no município. A situação é mais grave no Bairro Adelmolândia, onde a Rua Colibri está cedendo devido ao encharcamento do solo. “As casas estão do lado de baixo da rua, e a terra pode soterrá-las a qualquer momento. Essas residências estão penduradas e podem ir abaixo a qualquer momento, mas é difícil convencer as pessoas a deixar suas casas”, relata o tenente Queiroz. Segundo ele, a maioria das residências em área de risco fica em loteamentos irregulares e as pessoas temem que seus imóveis sejam invadidos, já que elas não têm a documentação das áreas.

O Rio das Velhas, que corta a cidade, também está sendo monitorado, pois há pelo menos três pontos na cidade com risco de alagamento. “Estamos acompanhando. Se o nível da água chegar a três metros, vamos emitir um alerta para que as pessoas do entorno saiam de suas casas”, informa do coordenador da Defesa Civil.

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