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Chuvas no Rio de Janeiro » Uma cidade refém do caos e da insegurança Maior temporal desde a tragédia de 2011 deixou o Rio de Janeiro sitiado. Pelo menos duas pessoas morreram. Motoristas e passageiros foram alvo de saques e assaltos

Correio Braziliense

Publicação: 12/12/2013 08:01 Atualização:

Com a Avenida Brasil interditada pelos alagamentos, muita gente teve que seguir a pé para o trabalho: Bruno Gonzalez/ Agência O Globo
Com a Avenida Brasil interditada pelos alagamentos, muita gente teve que seguir a pé para o trabalho: Bruno Gonzalez/ Agência O Globo

Cidade que receberá grandes eventos esportivos, como a Copa do Mundo e as Olimpíadas, viveu ontem um dia de caos e terror. Sem contar com investimentos para conter os estragos das fortes chuvas que atingem o estado entre dezembro e janeiro, moradores da região metropolitana do Rio de Janeiro viraram reféns de uma desordem geral provocada por uma tempestade.

Até a noite de ontem, havia a confirmação de duas mortes na Baixada Fluminense. Cerca de 2 mil pessoas estão desalojadas. Vias importantes como a Avenida Brasil, a Avenida Radial Oeste e a Rodovia Presidente Dutra, que liga a cidade a São Paulo, tiveram trechos totalmente interditados por alagamentos.

Na tentativa de amenizar o caos, coube ao prefeito da cidade, Eduardo Paes (PMDB), fazer um apelo à população para que evitasse sair de casa. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o temporal foi o mais intenso desde as chuvas do verão de 2010, que deixaram mais de mil mortos na região serrana do estado.

Duas das cidades mais afetadas pela chuva foram Nova Iguaçu e Japeri, ambas na Baixada Fluminense. Os respectivos prefeitos, Nelson Bornier (PMDB) e Ivaldo Barbosa dos Santos (PSD), decretaram estado de calamidade pública. Há cerca de 2 mil desalojados nos municípios, segundo estimativa da Defesa Civil. Em Nova Iguaçu, o pedreiro Martinho da Silva, 50 anos, está desaparecido desde o começo da tarde de ontem. Ele caiu em um rio às margens da Via Dutra.

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