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Políticas de prevenção » Só metade do orçamento aos desastres naturais foi aplicada pelo governo Verba antienchente parada nos cofres públicos. A temporada de tempestades volta a fazer vítimas

Leandro Kleber

Renata Mariz - Correio Braziliense

Publicação: 09/12/2013 07:36 Atualização:

Teresópolis, na região serrana do Rio de Janeiro, foi uma das cidades atingidas em 2011, com mais de mil mortes: Márcia Foletto/Agência O Globo
Teresópolis, na região serrana do Rio de Janeiro, foi uma das cidades atingidas em 2011, com mais de mil mortes: Márcia Foletto/Agência O Globo

As fortes chuvas de verão, que acontecem todos os anos nos meses de dezembro e janeiro, já começaram a causar mortes e destruição em várias partes do país. Na madrugada de domingo (8/12), oito pessoas foram vitimadas em Lajedinho (BA). Na semana passada, quatro morreram no Rio de Janeiro. Apesar de as tempestades serem previsíveis pelos meteorologistas para este período, as autoridades públicas brasileiras ainda continuam patinando com as políticas de prevenção a enchentes e deslizamentos. O principal programa federal que trata do tema, chamado de gestão de riscos e resposta aos desastres, ficou longe da prioridade governamental vista nos discursos oficiais.

Os seis ministérios que têm verba do programa, Integração Nacional, Cidades, Defesa, Ciência e Tecnologia, Minas e Energia e Meio Ambiente, tiveram R$ 5,2 bilhões este ano para desembolsar em ações de defesa civil, contenção de encostas, sistemas de drenagem urbana e manejo de águas pluviais e desassoreamento e recuperação de bacias. Porém, passados mais de 11 meses, as pastas, juntas, desembolsaram somente 51% do total do montante, o que equivale a R$ 2,7 bilhões.

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