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Desaparecido » Após 36 horas de desabamento, bombeiros continuam buscas por operário em Guarulhos

Agência Brasil

Publicação: 04/12/2013 09:29 Atualização: 04/12/2013 10:55

O Corpo de Bombeiros continua as buscas por uma pessoa que pode estar soterrada nos escombros do prédio que desabou na noite de ontem (3) em Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O Corpo de Bombeiros continua as buscas por uma pessoa que pode estar soterrada nos escombros do prédio que desabou na noite de ontem (3) em Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Mais de 36 horas depois do desabamento de um prédio em construção em Guarulhos, na Grande São Paulo, os bombeiros continuam em busca do operário e vigia desaparecido Edenilson Jesus dos Santos, de 23 anos. A ação se concentra na área do segundo subsolo, local onde os vigilantes costumavam passar a noite e que, possivelmente, Edenilson estaria no momento da tragédia.

De acordo com o capitão dos Bombeiros, Marcos Palumbo, a retirada dos escombros está sendo feita de forma manual, devido à instabilidade do terreno. Ele explica que ontem (3) os bombeiros se concentraram num ponto indicado pelos cães farejadores. No local, foram localizados os documentos de Edenilson e os bombeiros também encontraram um chuveiro ligado.

Palumbo informou que a estratégia agora mudou, e os bombeiros se concentram numa região diferente da apontada pelos cães. A hipótese é que Edenilson tenha corrido para esse setor na tentativa de fugir do desabamento. O capitão disse que, depois de esgotar as buscas nesse local, caso Edenilson não seja encontrado, serão usadas máquinas na retirada dos entulhos. “Depois de 48 horas de buscas, vamos começar a entrar com o maquinário mais pesado, que terá mais efetividade. São convenções internacionais”, disse ele.

O coordenador da Defesa Civil de Guarulhos, Paulo Vitor Novaes, disse que as cinco residências próximas, desocupadas preventivamente, continuarão vazias por tempo indeterminado. “Nossa prioridade é a busca pela vítima. Depois que as buscas terminarem, vamos fazer uma nova avaliação”, esclareceu. O risco, explica ele, é que as casas vizinhas, que estavam encostadas no prédio que desabou, sejam prejudicadas pela movimentação de vigas e lajes.

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