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| Segundo Bruno, a resposta de Macarrão foi de que "o problema que tanto te atormentava" estava resolvido. Foto: Renata Caldeira / TJMG |
O depoimento arrastado do goleiro Bruno começou a ganhar ritmo. E muitas lágrimas. Depois de contar que Macarrão entregou os R$ 30 mil a Eliza ainda no sítio e afirmar que a jovem quis permanecer na propriedade “porque já estava muito a vontade”, o réu chega, enfim, à noite em que Eliza foi levada para a morte.
Segundo Bruno, Macarrão contou que levaria Eliza a um ponto de táxi e que saíram ela, o amigo, o bebê e o primo Jorge. Foi então que começaram a surgir na voz do goleiro impressões de um choro contido. Afirmou que a modelo disse a ela que o dinheiro seria usado para resolver problemas pessoais em São Paulo. “Eu acreditei que seria aquilo ali mesmo”, afirmou o goleiro.
A partir de então Bruno começou mesmo a chorar. Ao menos era o que indicavam as fungadas dele. Disse que passava das 22h quando Macarrão e Jorge retornaram apenas com Bruninho. “Jorge muito assustado e o Macarrão um pouco mais tranquilo”, disse. Contou que estranhou a ausência da Eliza e perguntou onde ela estava. “Pelo amor de deus, o que vocês fizeram com ela?”.
A resposta de Macarrão, segundo Bruno, foi de que “o problema que tanto te atormentava” estava resolvido. Chorando muito, Bruno disse que tomou Bruninho no colo, levou para Dayanne, e disse que tinha que conversar com os meninos sobre o que tinha acontecido.
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