O Diário Oficial da União traz hoje (8) a exoneração, a pedido, do presidente do Banco da Amazônia (Basa), Abidias José de Souza Júnior. Em seu lugar foi nomeado Valmir Pedro Rossi para exercer o cargo.
No Twitter, Rossi comemorou a nomeação. “Estou muito feliz. Fui nomeado presidente do Banco da Amazônia. Basa. Muito obrigado ao amigo @sousajunior1 [presidente exonerado] pela confiança e apoio”. Na mesma rede social, Abidias, declarou: “Amigos, finalizo hoje o ciclo como presidente do Banco da Amazônia. Passo o comando para o amigo e colega do BB, Valmir Rossi. Valeu demais”.
Adibias, assim como Rossi, é funcionário de carreira do Banco do Brasil. O ex-presidente estava no comando do banco desde abril de 2007.
O Basa é uma instituição financeira federal, que tem como objetivo promover o desenvolvimento da região amazônica. O banco opera o Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO) e atende também com outras fontes como o Fundo de Desenvolvimento da Amazônia (FDA), o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), o Fundo da Marinha Mercante, o Orçamento Geral da União e recursos
"Estávamos preparados para termos o início do julgamento em Belo Horizonte ainda este mês, mas a juíza [Raquel Vasconcelos Alves de Lima], utilizando de sua prerrogativa, declinou de sua responsabilidade, transferindo o processo para a [Vara Federal em] Unaí, atrasando ainda mais o julgamento", disse Maria do Rosário, ao garantir que o governo federal vai adotar todas as medidas legais para que o tribunal do júri seja mantido em Belo Horizonte.
"O Brasil tem uma experiência muito importante e políticas públicas muito firmes para o combate ao trabalho escravo. Ainda assim, temos que seguir lutando pela erradicação do trabalho escravo e análogo à escravidão e não podemos manter essa chacina impune. Isso [o julgamento] tem um importante significado. Devemos estar atentos às pessoas que defendem os trabalhadores e que não podem ser ameaçadas por isso."
Após 14 dias de a juíza da 9ª Vara Federal Raquel Vasconcelos Alves de Lima declarar a incompetência da seção da Justiça Federal em Belo Horizonte para julgar o caso, a procuradora da República, Mirian Moreira Lima, ainda aguarda receber a íntegra do processo para rebater a decisão.
A Agência Brasil entrou em contato com a assessoria do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) para saber se há previsão de quando a procuradora deve ser intimada para apresentar as razões do recurso. A assessoria do órgão informou que o assunto segue “a tramitação processual normal” e que a juíza Raquel Vasconcelos Alves de Lima só se manifesta sobre o processo nos autos.
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