Terminou a primeira perícia no avião bimotor, modelo B-200 GT prefixo BY-51, que caiu na manhã deste sábado (28) a um quilômetro da pista de pouso do Aeroporto Serrinha, em Juiz de Fora, na região da mata de Minas Gerais.
As oito pessoas que estavam a bordo da aeronave, entre elas o presidente e funcionários da Vilma Alimentos, empresa do ramo alimentício, não sobreviveram à queda.
As causas do acidente só poderão ser identificadas após perícia mais detalhada da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
Às 13h30 deste sábado, cerca de 5 horas após o acidente, os corpos das vítimas foram encaminhados para o Instituto Médico Legal (IML) de Juiz de Fora. Ainda às 15h, uma equipe da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) realizava perícia nos destroços do avião, após o término da análise a Polícia Civil e da Polícia Federal.
De acordo com o capitão da Polícia Militar de Minas Gerais, Rubens Valério, o bimotor estava em procedimento de pouso quando deve ter apresentado uma falha e caiu. Testemunhas afirmam que a aeronave sobrevoava a região há algum tempo. Em queda, o modelo chegou a colidir com um quiosque de uma pousada da região, mas nenhum hóspede foi atingido. Ao cair, em uma região de mata fechada, o avião explodiu.
A ocorrência da queda do avião foi registrada pelos bombeiros por volta das 8h11. Cerca de 20 agentes e seis viaturas dos bombeiros foram ao local para resgatar as vítimas. De acordo com os bombeiros, os corpos foram encontrados mutilados e carbonizados.
Do portal Uai
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