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MAR ADRIÁTICO » Cidades croatas oferecem várias possibilidades de diversão e conhecimento O verão é o período mais que perfeito para visitar as belezas naturais, conhecer a história e a cultura e desfrutar das águas límpidas e convidativas da orla

Kauê Diniz

Publicação: 31/01/2017 09:46 Atualização: 31/01/2017 11:00

A natureza exuberante, os diversos estilos arquitetônicos, a história e a cultura do povo e toda a riqueza da arte estão à disposição. Foto: Eduard Mocanu/Flickr
A natureza exuberante, os diversos estilos arquitetônicos, a história e a cultura do povo e toda a riqueza da arte estão à disposição. Foto: Eduard Mocanu/Flickr

Croácia é uma efervescência no verão, com seus 5,7 mil quilômetros de praia, muitas delas em ilhas que se tornaram points de baladas agitadas, sobretudo, por música eletrônica. Não à toa já está sendo chamada de Ibiza do Leste Europeu. Se a ideia é fugir um pouco da agitação, melhor esquecer a alta temporada de férias europeia, em agosto, quando milhares de turistas procuram o litoral croata, e os preços de hotéis e serviços encarecem. Em meses menos concorridos, pode-se hospedar em hotéis cinco estrelas, com quartos de frente para o mar, com diárias inferiores a R$ 300.

Croácia já se tornou o destino preferido no chamado Leste Europeu

Terra de tradições e construções seculares, o país é um convite aberto à descoberta. A natureza exuberante, os diversos estilos arquitetônicos, a história e a cultura do povo e toda a riqueza da arte à disposição dos visitantes encantam e conquistam. Há inúmeras possibilidades de diversão e conhecimento. Desde passeios ou piqueniques nos parques nacionais, das visitas às mais de 1,2 mil ilhotas às atividades aquáticas e mergulho na gastronomia, tudo descortina um mundo novo, cheio da simpatia do povo que recebe o turista com alegria. Uma vez conhecendo a Croácia, você certamente sonhará em repetir a aventura. Para começar, descubra os encantos de três cidades que vão conquistar o seu coração.

Dubrovnik
Foto: Malcolm Bott/Flickr
Foto: Malcolm Bott/Flickr

Chamada de Pérola do Adriático, a cidade reúne os atrativos do litoral croata com a história viva entre as paredes da antiga Dubrovnik (fundada no século 7), com seus dois quilômetros de muros formando a fortaleza que rivalizou com Veneza na época da disputa do comércio marítimo, e também foi dominada pelo imperador francês Napoleão Bonaparte. A cidade medieval é Patrimônio da Humanidade tombado pela Unesco e tem inúmeros museus a serem visitados. Uma boa providência é comprar o cartão que dá acesso a vários deles por um preço mais acessível.

A vida por trás das muralhas não tem hora para encerrar. Pela manhã, além dos museus, com exposições permanentes e temporárias, há vários bares, lojas de suvenir, igrejas, palácios, mosteiros e antiquários que movimentam as ruelas. Vale comprar um sorvete e ficar encostado na Fonte de Onofre, vendo os turistas passarem de um lado para o outro. Quem quiser, pode até se hospedar nos hotéis que ficam nessa área medieval, mas os preços são mais caros. Aliás, ao contrário do restante da Croácia, em Dubrovnik os valores dos serviços são salgados. Uma corrida de táxi pode assustar, ou seja, é bom consultar antes para não sair no prejuízo.

Em uma das saídas da cidade medieval, encontra-se o teleférico que leva ao ponto mais alto do Monte Srd, ao preço de 100 kunas (R$ 45). De lá, tem-se uma vista espetacular da cidade e das montanhas da Bósnia e Herzegovina, país que faz fronteira com a Croácia. No local, há restaurantes e bares para quem quiser curtir o pôr do sol. Por outra saída, a principal, Pile Gate, chega-se ao Forte Lovrijenac, encravado numa rocha, onde ocorre o Festival de Verão de Dubrovnik. Logo ao lado fica a Praia Banje, uma das mais movimentadas, assim como Sveti Jakov, Uvala Lapad e Copacabana.

Há outras possibilidades de passeios, como à Ilha Lokrum e às praias da Bósnia e Herzegovina. Essa ilha, por sinal, serviu de cenário para a famosa série Game of Thrones. A cidade de King’s Landing, capital real de Westeros, na ficção, é Dubrovnik.

Slipt
Foto: Hans-Joachim Paape/Flickr
Foto: Hans-Joachim Paape/Flickr

Foi o refúgio do imperador romano Deocleciano, que construiu um palácio no fim do século 3, muito bem conservado, que é a maior ruína romana do Leste Europeu. Por suas vielas é possível encontrar charmosos restaurantes, lojas de produtos da região, suvenires e feiras onde se pode comprar desde frutas nativas a objetos de cristal com preço em conta. Saindo das muralhas, o visitante é recebido pela imensidão do Mar Adriático.

Na Riva, um grande calçadão com palmeiras imperiais, o movimento é intenso nos diversos cafés e restaurantes à beira-mar. Qualquer momento é ideal para uma parada para contemplar a beleza e tomar uma cerveja ou até mesmo os tradicionais vinhos croatas, olhando o movimento. As padarias (pekara) também têm excelentes lanches.

Como Split é uma cidade portuária — de lá, saem os ferryboats, ou catamarãs, para as ilhas, além de navios cruzeiros para outros destinos turísticos europeus, como Veneza, Santorini, entre outros —, as melhores praias ficam a poucos quilômetros do centro da cidade. As ilhas famosas mais próximas são Hvar e Brac. No site estão as opções e valores.

Hvar
Foto: Nane/Flickr
Foto: Nane/Flickr

A cerca de uma hora de Split, na travessia de ferryboat, está um verdadeiro paraíso, tanto para quem busca um refúgio para descanso, com direito a encantos naturais, como para aqueles que querem badalação. Tudo vai depender da época do ano.

Para quem opta por tranquilidade, é bom fugir do auge do verão europeu, quando os turistas de toda parte do continente são atraídos pelas águas cristalinas — a marina fica lotada de barcos e iates de todos os tamanhos — e pelas festas que ocorrem nos bares da costa, como o Carpe Diem. Em agosto, a balada estica para Stipanska, a ilha a dez minutos de Hvar.

Em outros meses, como março e abril, esses locais estão em reforma, preparando-se para o verão seguinte. Nesse caso, a alternativa é aproveitar as belezas da ilha, andar tranquilamente pelo calçadão que entrecorta a cidade e se deparar com pequenas praias, como a Lagoa Azul. Vale a pena se “perder” pelas ruelas da ilha até retornar ao centro histórico, na Praça de Santo Estevão. De lá, é ladeira acima para chegar ao Forte de Hvar, que fica no ponto mais alto da cidade.

Há opções de passeios nos quais se pode conhecer ilhas menores nos arredores, como Vis e Palmizana, e suas grutas iluminadas pelas águas azuis do Adriático. Uma dica é comprar sapatilhas de borracha, em lojas próximas, já que pedras e cascalhos fazem as vezes de areia nas praias croatas. Para comer, há opções variadas de frutos do mar e de massas, com influência da culinária mediterrânea. O visitante que pretende aproveitar mais o que tem de bom na ilha, há vários apartamentos de temporada mobiliados.

COMO CHEGAR

Zagreb
Saindo do Recife, uma passagem para junho de 2017 custa cerca de R$ 2.800 ida e volta. Mas quem já estiver na Europa ou encontrar um preço promocional para outra cidade do continente, saindo do Recife, a exemplo de Frankfurt, na Alemanha, pode comprar essa perna para Zagreb por R$ 92 ida   volta. Também pode optar por alugar um carro ou chegar de ônibus ou trem.

Plitvicka
Saindo de Zagreb, pode-se alugar um carro ou pegar um ônibus na rodoviária da capital (custa 80 kunas, cerca de R$ 36). Tem opções logo cedo, para quem quiser aproveitar o dia no parque e fazer um bate e volta. Outra possibilidade é se hospedar nos vários hotéis que circundam o Plitvica. De lá para Split, segunda maior cidade da Croácia e porta de entrada para a região litorânea, são pouco mais de três horas de carro. A entrada do parque custa entre 55 e 180 Kunas, a moeda local, a depender da época do ano (R$ 25 a R$ 82). Na página oficial é possível conferir as opções de hotel, inclusive, o preço das diárias, além de colher informações sobre o local: http://www.np-plitvicka-jezera.hr.

Split
Saindo da capital, pode ir de avião, ônibus ou a opção de alugar um carro, para percorrer os 400 km de distância em cerca de quatro horas. O pedágio custa 174 kunas (R$ 79). De ônibus, são cinco horas (90 kunas, R$ 40 a depender do horário).

Hvar
O catamarã faz a travessia, de uma hora, partindo de Split. A passagem custa 40 kunas, ou seja, R$ 18. Ver tarifas no site http://www.jadrolinija.hr/en/ferry-croatia.

Dubrovnik
Recebe voos nacionais e conexões internacionais. Uma passagem até Zagreb custa cerca de R$ 200. O aeroporto fica a cerca de 25 minutos da cidade, por isso o valor do táxi não sai tão barato, podendo optar por transfer de ônibus mais em conta. De barco, pode consultar a http://www.jadrolinija.hr/en/ferry-croatia. Outras duas opções são terrestres. Alugando um carro ou de ônibus (90 kunas, R$ 40 a depender do horário), ambos vindo por Split, numa viagem que dura cerca de duas horas (o dobro de ônibus) e passa, inevitavelmente, pelo balneário bósnio de Neum, que, apesar de estranho, corta o território croata. Para Zagreb, são doze horas e viagem de ônibus e o menor preço 182 kunas (R$ 82)

Moeda local:
Kuna
1 kn = R$ 0,46

Para comprar passagens de catamarã ou ferryboat
http://www.jadrolinija.hr/en/ferry-croatia

Para comprar passagens de ônibus
www.buscroatia.com

Aluguel de carro
Pesquisando em alguns site, pode conseguir dez dias de aluguel, entregando em local diferente da partida, por exemplo Zagreb e Dubrovnik, por R$ 650, câmbio manual, e 1,1 mil, automático.

Documentos:
brasileiros não precisam de visto para entrar na Croácia. É preciso apresentar apenas o passaporte.

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