A Galápagos de Darwin
A bordo do navio Beagle, Darwin fez a viagem que o levaria à Teoria da Evolução das Espécies.
 Turma animada e encontro inesquecível com os habitantes naturais de Galápagos. O centro de pesquisas leva o nome de Darwin. Fotos: Emanuella Francklin/Divulgação |
Um dos pontos principais e base da sua pesquisa foi o arquipélago de Galápagos, um conjunto de 14 ilhas de formação vulcânica com diferentes espécies da fauna e flora. Num avião da companhia aérea TAME, após 1 hora e 30 minutos sobrevoando o Pacífico, nós pudemos ver com os nossos próprios olhos aquilo que aprendemos na escola.
O que vimos nos livros foi visto ao vivo e pudemos experimentar a sensação de maravilhamento (evolução das palavras maravilha + deslumbramento) que Darwin com certeza sentiu.
Ver de perto as tartarugas gigantes, nadar ao lado de lobos marinhos, mergulhar com tartarugas, conhecer os patos das patas azuis, caminhar na praia junto às iguanas, ver flores nunca vistas antes, perceber as mudanças de paisagens a cada passo. Isso tudo tem um preço que vale a pena pagar (no cartão, à vista ou parcelado) e um valor que não se contabiliza!
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Ficamos no Hostal Pinguinos, um lugar que mais parecia o nosso próprio lar tamanho o aconchego proporcionado pela Digna, a proprietária que faz jus ao nome. Conhecemos ainda Los Gemelos, depressões de origem vulcânica com uma rica variedade de fauna, os túneis formados por gêisers e temblores, Las Primicias, o rancho onde você pode tropeça em uma tartaruga gigante a qualquer momento, a Estação Charles Darwin, centro de pesquisas que leva o nome do famoso biólogo, Tortuga Bay, onde as tartarugas marinhas colocam os seus ovos e o tour das baías onde nadamos e mergulhamos em águas cristalinas e passeamos em praias de cascalhos e pedras vulcânicas.
Experimentamos a culinária local, a vida noturna com suas salsarias e boates, nos perdemos pelas ruas sem nome da cidade (sim, sim...há nome de bairros mas não ruas em Galápagos, as pessoas sabem o endereço pela cor da casa e nome dos proprietários) e voltamos cheios de saudades tendo a certeza que sobrevive mais e melhor aquele capaz de comungar com os demais à sua volta, que respeita o planeta onde vive e consegue se adaptar às intempéries da vida. E isso Darwin já dizia há algumas décadas.