Dia a dia agitado, quase sempre diferente e algumas vezes cheio de pressão. É assim a rotina de quem opta trabalhar com o desenvolvimento de jogos.
 Diego Credidio, da Meantime, reforça disponibilidade para trabalho em equipe. Foto: Ines Campelo/DP/D.A Press |
Apesar da jornada ser de oito horas, algumas vezes a equipe precisa dar uma esticadinha para conseguir entregar o produto no prazo ou até realizar testes. Mas quem está na área garante: apesar de ter datas apertadas de entrega, quando você ama o que faz não sente essa pressão.
"É uma rotina um pouco corrida. Você recebe um pedido, repassa para o game designer, que depois manda para o pessoal da arte, aí vai para programação", explica Geraldo Bastos, coordenador da equipe de desenvolvimento de jogos da Educandus, empresa de softwares educacionais. Apesar de cada um ficar responsável por uma parte, Diego Credidio, diretor de criação da Meantime, empresa de jogos para celulares, explica que é importante um interferir no trabalho do outro, pelo menos no começo. "As ideias iniciais para os games devem ter contribuições de cada um da equipe. Claro, que na prática nem sempre isso acontece por conta do tempo, mas é importante que cada um dê um pouco de conhecimento na concepção do jogo", afirma Credidio.
Geraldo ainda conta que apesar desse corre corre e de um pouco de falta de tempo, o trabalho sempre recompensa. "Algmas vezes precisamos ficar até mais tarde ou até vir em um sábado, mas quando se ama o trabalho você nem sente", garante. Para Vicente Vieira Filho, diretor executivo da Manifesto tudo é uma questão de gerenciamento. "É só se organizar que dá tudo certo".