0 - Discada - Ainda bastante presente no interior, este tipo de conexão significa velocidades baixíssimas e pouco aproveitamento.
1 - Rádio - Mais utilizada no interior, a tecnologia exige menos investimentos. Basta instalar torres e antenas em vários pontos estratégicos, que conseguem levar internet de um lugar a outro. Depois, é só distribuir isto por toda a cidade. No caso das prefeituras, a solução, que é usada em Canhotinho e em Itacuruba, não exige licença da Anatel.
2 - Celular - A tecnologia aproveita a faixa de voz para transmitir dados em baixas velocidades (Edge) e em altas velocidades (3G). A frequência, porém, foi vendida apenas para operadoras de telefonia, que nem sempre enxergam retorno financeiro em pequenas cidades. A mobilidade é a principal vantagem deste serviço.
3 - Satélite - O sistema é mais estável e funciona sem interferências, independentemente da localização. Mas custa muito mais caro que o de rádio. Contudo, pode ser uma das soluções para municípios pequenos.
4 - Fibra ótica - Esta é a tecnologia em uso mais eficiente da atualidade. Porém, além de cara, em alguns casos, ela é fisicamente inviável. O cabeamento precisa ser levado por toda a extensão da área que se pretende atender, com custo altíssimo de instalação e manutenção. O resultado, entretanto, é uma rede com velocidades ilimitadas.
5 - Cable modem - A conexão usa a mesma infraestrutura dos serviços de televisão por assinatura. Por isso, não é a melhor alternativa para o interior, onde quase não existe este tipo de serviço.
6 - DPL - O nome Digital Power Line (DPL) significa que os dados podem trafegar pela mesma infraestrutura usada para levar energia elétrica. Os equipamentos desta tecnologia foram recentemente homologados pela Anatel e poderão, em pouco tempo, significar a solução para levar internet para as cidades mais distantes da capital.
7 - Wimax - Considerado o melhor sistema de transmissão via rádio, ele não custa tão mais caro do que os concorrentes porque consegue um excelente retorno de banda e de qualidade. Porém, como é novo, exige investimentos maiores para levá-lo a grandes distâncias. O modelo foi adotado em Caetés e Garanhuns, por meio de uma parceria entre as iniciativas públicas e privadas.
*Contribuiu o engenheiro de telecomunicações Hamilton Rodrigues.