Um dia, o homem saiu das cavernas, deu as costas para a terra firme e olhou pela primeira vez para o mar. Certamente, pensou que mirava o infinito. Desse dia hipotético em diante, a humanidade não foi mais a mesma. Do mar, o homem tirou alimentos e sonhos. Construiu vias para um mundo novo. Navegou para o futuro. Começava a relação entre o imenso e o ínfimo. Relação baseada num acordo natural em que o homem só tinha uma obrigação: manter o equilíbrio.
Um dia, o homem deu as costas para o mar. Achando que os oceanos eram infinitos, esqueceu o acordo que tinha feito. Passou a tirar mais do que podia e precisava. Achou que podia domar o gigante. Estava errado.
Hoje, no Dia Mundial do Meio Ambiente, você conhecerá algumas histórias que contam como o mar está cobrando dos homens o desequilíbrio. Como ele vem dizendo que é finito e como o equilíbrio pode ser reestabelecido.